quarta-feira, 4 de março de 2009
El loco Bio Bio...
segunda-feira, 2 de março de 2009
A mística da amarelinha
Não, não vou falar da seleção brasileira (digo isso por que é usual se usar estas três palavras quando se fala em nossa equipe nacional). Vou falar é desse "jaleco" que usamos quando estamos trabalhando dentro de campo.
Foto: Rodrigo CocaDesde que comecei a faculdade de jornalismo, sempre quis trabalhar com esporte. Comecei com esportes tidos como 'amadores', cobringo jogos abertos do interior, jogos regionais... e aos poucos fui para o mundo do futebol. Nunca pensei em trabalhar em rádio, mas as coisas foram acontecendo e me sinto muito feliz por tudo que vem acontecendo...
... porém, uma coisa tem me chamado atenção. Como esse "jaleco" amarelo chama atenção e as vezes faz com que as pessoas achem isso "glamouroso". Explico-me para não ser injusta: amigos da época de faculdade e de infância quando viram essa foto aí de cima fizeram comentários e indagações como se eu fosse "global". Além disso, não pararam de perguntar sobre como é estar perto dos jogadores, como é se divertir nos jogos, como é estar nesse mundo que muitos só vem ou leem.
Perai... divertir nos jogos? Estar perto dos jogadores? Estamos lá, dentro ou fora de campo (como meus amigos/colegas de site e jornal) para TRABALHAR, temos que estar atentos a tudo, se há um descuido em um lance ou um fato... ai ai ai, tem que correr atrás e ainda ouvir puxões de orelhas da chefia.
Claro que também tem o momento de dar risada, da descontração. Mas estar dentro de campo (e isso é uma crítica sim para alguns que se acham super poderosos por isso) como repórter, ou fora dele lá nas cabines do impresso, tem o mesmo peso: é trabalho! Cada um faz o seu, defende seu produto e quem lhe paga, isso é normal... mas é bom saber que se pode contar com alguns, que são parceiros mesmo (P.S. São poucos, contamos nos dedos, mas valhem a pena).
Digo tudo isso por que vivo os dois lados: do rádio e de site e sei bem o quanto em um e outro sofremos para trabalhar seja pelo mau humor de jogadores, técnicos ou então situações adversas com companheiros de profissão.
sábado, 28 de fevereiro de 2009
No café eu me resolvo...
Mas o café, diferente do que para muitas pessoas, me acalma. Na verdade é um momento que consigo colocar os pensamentos em ordem, organizar as idéias, (re)organizar objetivos em todos os aspectos da minha vida.
Lembro-me que em 2005, no segundo semestre minha vida estava um caos: dois estágios, final de faculdade, iniciação científica... e além disso, precisava escrever o TCC... já podem imaginar quantos litros de cafeína consumi, não é? Pois bem, o resultado foi bom até: 9.5 no TCC e 10 na Iniciação Científica! BOM DEMAIS, SANTO REMÉDIO!!!!
Não pára por aí não. As melhores e mais profundas conversar que já tive com alguns amigos queridos foram em... cafés. Dá pra dizer que isso já não faz parte da minha vida e do meu EU-SER?
Esses dias na Av Paulista, antes de ir trabalhar, parei em um café "debaixo" do prédio. Que puta sacada: as luminárias são xícaras (foto acima). Clima rústico, pequeno, aconchegante: foi lá que fiz meu pré jogo deste final de semana: SANSÃO na VILA BELMIRO! Espero que dê sorte... penso que sim, é só ficar atento ao trabalho!
AH! CLARO: enquanto escrevia este post, estou no Havanna Café, pertinho de casa: Menu? Um café Lagrimma (espuma do leite com um pouco de café forte). DELICIOSO! (foto a direita)
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009
UFA!

O fato é de sábado passado, mas só agora consegui dizer por aqui...
Sabadão de Carnaval. Amigos foram viajar, a melhor amiga com o namorado, aquela famosa listinha de opções(risos, bons risos)que na verdade se descobre que não é mais de opções, é furada ou algo do gênero, no outro dia trabalho, sentimento de decepção... resultado? vamos ao cinema... mais uma vez sozinha.
Nos últimos tempos nem vem sendo um "tortura" ir sozinha ao cinema, é bom para aquele momento "você com você mesma, entende?". Mas no sábado foi diferente. Chegar ao shopping praticamente vazio, cheio de família com as crianças usando os corredores como parque de diversão (não é uma crítica, adoro crianças), senhores e senhoras com a família, com os netos e... SOLTEIROS rumo ao cinema.
Que sensação de 'esqueceram de mim'. Sensação que só melhorou um pouco (na verdade, MUITO) ao ver que não era a única sozinha nessa São Paulo de meu Deus! É, eu sei, dãr(!!!!)existe muita gente solteira nessa cidade... mas ver que tanta gente como eu, que não tinha companhia deu um gostinho de sei lá o que na mente. Só sei que serviu pra acalmar o pensamento.
Fui ver Noivas em Guerra - hilário, mas que não é um pastelão holywoodiano, traz como pano de fundo a virtude de que a amizade não pode ser colocada a prova por "besteiras", por egoísmos e acima de tudo: que ser amigo é ir além de suas vontades (isso é assunto para outro post, que logo escreverei).
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
Eis a questão...

A escultura de Rodin, O Pensador é de 1880, mas demonstra um insessante estado de espírito que vivemos. O limiar de ações entre "certo e errado", "agir ou não agir", "dizer ou não dizer", "atirar ou não atirar"... Ops! Atirar?
Pois é, semana passada colocamos em pauta lá no CT depois da coletiva do nosso "professor" a grande questão: se você tivesse uma arma e fosse assaltado, como reagiria?
Carol disse que nem pensaria na possibilidade, pois não gosta nem de olhar o "trabuco" e, além disso, mesmo ela morando em casa, ela não tem medo de assalto por que tem um bom cachorrão defendendo o lar-doce-lar...
Prada e Cury no resumo responderam mais ou menos assim: "não posso ter arma...
Se tivesse, matava!"
Eu... nossa, acho que ficaria paralizada e ficava na minha... nunca fui assaltada, mas do jeito que sou, depois do fato teria uma crise nervosa.
E você? atiraria ou não? Pode parecer coisa de gente maluca, mas sabemos que muitos acham que é seguro ter arma em casa e tal... Eu acho muito mais perigoso, vai que o cara usa ela a seu favor?
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
De volta pro presente...
A resposta estava tão clara: tem uma hora que é preciso colocar pra fora o que se sente, o que se pensa... senão se enlouquece! E o que mais nos deixa com essa sensação de que se precisa gritar, dizer pra esquecer? Frustrações, decepções...

Sempre gostei de desenhos animados e claro, filmes da Disney são clássicos: me lembrei da Dama e o Vagabundo, mas não pela historinha de amor, do "happy and"... mas pela denominação mesmo das personagens: a mulher é a dama; o homem é o vagabundo!
Me parece que as vezes é tão fácil quando um relacionamento (leia-se 'ficamento', rolo, caso, namoro, noivado, casamento) acaba dizer que o lado masculino da relação é que foi o errado da história.
OU o pior, achar que nós, mulheres, é que somos o problema por não ter dado certo. Por que não o contrário? Antes de achar que eu, mulher, sou "o certo no momento errado" acho que é hora de achar que ELE (S) é que podem ser o "errado no momento certo".
Mas não cheguei a esta conclusão sozinha não: precisei levar um belo puxão de orelhas de um amigo, sábado passado, durante um café! Sério. E ele me disse mais: será mesmo que você (eu) está (estou) preparada ou quer(o) um relacionamento - tipo namoro? Ou então quem lhe dá um pouco de atenção e carinho já está bom já que tu (eu) sente falta de ter alguém?
Alê GENIAL! Saí do café, depois do dilúvio que tomou conta da cidade pensando nisso... E cá estou eu, "De volta pro presente" (música do Frejat)