
A escultura de Rodin, O Pensador é de 1880, mas demonstra um insessante estado de espírito que vivemos. O limiar de ações entre "certo e errado", "agir ou não agir", "dizer ou não dizer", "atirar ou não atirar"... Ops! Atirar?
Pois é, semana passada colocamos em pauta lá no CT depois da coletiva do nosso "professor" a grande questão: se você tivesse uma arma e fosse assaltado, como reagiria?
Carol disse que nem pensaria na possibilidade, pois não gosta nem de olhar o "trabuco" e, além disso, mesmo ela morando em casa, ela não tem medo de assalto por que tem um bom cachorrão defendendo o lar-doce-lar...
Prada e Cury no resumo responderam mais ou menos assim: "não posso ter arma...
Se tivesse, matava!"
Eu... nossa, acho que ficaria paralizada e ficava na minha... nunca fui assaltada, mas do jeito que sou, depois do fato teria uma crise nervosa.
E você? atiraria ou não? Pode parecer coisa de gente maluca, mas sabemos que muitos acham que é seguro ter arma em casa e tal... Eu acho muito mais perigoso, vai que o cara usa ela a seu favor?
O pior é que depois de tantos assaltos, a gente se acostuma, infelizmente. Só não se pode parar a vida, ficar trancado em casa por conta de assalto.
ResponderExcluirAí não dá.
Mas respondendo: se eu tivesse uma arma, matava.
Eu votei contra a continuidade de vendas de arma de fogo porque, definitivamente, não acho que as armas sejam o caminho para combater a violência. Pelo contrário. Mas, se eu tivesse uma arma, eub atiraria. Tentaria atirar para não matar, mas atiraria. Por isso, acho que ninguém deveria ter arma. E se o bandido fosse preso com uma, teria a pena triplicada e o saco cortado!
ResponderExcluir